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Zero Grau presencial: mais uma boa novidade para o setor calçadista

A volta à normalidade parece estar próxima de acontecer. Depois de quase sete meses de “quarentena” por causa do coronavírus, alguns eventos de grande importância vão retomando seu lugar no setor calçadista. E um deles, que muito alegra a todos os que compram e vendem nessa área, é a Feira Zero Grau presencial.  Ela ocorrerá entre os dias 16, 17 e 18 de novembro, no Centro de Eventos do Serra Park, em Gramado, no Rio Grande do Sul.

Zero Grau presencial deve seguir protocolos

Essa grande vitória para o setor calçadista vem acompanhada, no entanto, de alguns protocolos. A intenção é evitar a propagação do Covid-19, principalmente neste momento em que os efeitos da pandemia começam a recrudescer.

E esses cuidados são importantíssimos para que o evento possa acontecer. Segundo o diretor da Merkator Feiras e Eventos, empresa promotora da feira, Frederico Pletsch, haverá um grande esforço para seguir as regras de segurança. “Nós estamos empenhados em fazer um evento dentro de todas as regras para marcar a retomada deste setor que está necessitando muito de um ânimo para começar 2021 de uma maneira bem promissora”, salienta Pletsch.

Mais de 200 expositores confirmados

zero grau presencialA boa notícia da Zero Grau presencial animou o setor calçadista. Já são 220 expositores confirmados para a feira, que aponta as novidades do outono-inverno para o próximo ano. Serão, ao todo,  cerca de 1000 marcas brasileiras dos segmentos femininos, masculinos, infantis e esportivos, além de bolsas, cintos e demais acessórios. “Estávamos ansiosos pela definição do governo e agora já estamos comunicando os expositores e os lojistas para que possam dar inícios aos últimos preparativos para a feira”, acentua Pletsch.

Boas expectativas

A realização da Zero Grau presencial traz boas expectativas para o mercado de calçados, que foi bastante afetado pela pandemia. Segundo dados da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados( Abicalçados), entre janeiro e julho foram perdidos mais de 43 mil postos de trabalho.  As perdas, no mesmo período, foram de 27% no mercado interno e de 25% na exportação, entre janeiro e agosto. Os dados todos têm relação com os mesmos períodos em 2019.

Para que o evento possa marcar o início de volta à normalidade, portanto, será preciso fazer algo diferenciado. É o que aponta o presidente da empresa.

“Agora nos resta organizar uma feira completamente diferente de tudo que já realizamos até agora com a finalidade de auxiliar o mercado ingressar na normalidade possível. Faremos um palco ideal para negócios nos dias de hoje. Não vamos esquecer, por nenhum instante, que ainda estamos numa pandemia e que são necessárias medidas sanitárias preventivas e rigorosas para cuidar da saúde de todas pessoas que vão estar conosco nos pavilhões”, finaliza Pletsch.

Paulo Filipe Lacerda